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Mostrando postagens de maio, 2018

PRINCIPIOS DE ECONOMIA

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ECONOMIA A PARTIR DE UM LÁPIS  (Milton Friedman)  COMO A SUÉCIA FICOU RICA O ESTADO MINIMO E A DISTRIBUIÇÃO DE RENDA - ROBERTO CAMPOS Roda Viva | Paulo Francis | 28/03/1994

EXPLORAÇÃO ECONÔMICA DA AMAZÔNIA - RODA VIVA AMAZONAS

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RODA VIVA AMAZONAS -  EDSON BARCELOS (Presidente da FAPEAM)  03/05/2018          Adalberto Val - 06/07/2009 INTERNACIONALIZAÇÃO DA AMAZÔNIA

O maior desafio da Amazônia é superar a POBREZA E MISÉRIA

O que a Amazônia precisar fazer pelo seu povo?  porque não conseguimos ter um setor primário produtivo do ponto de vista econômico? --- P q não temos força, não temos plano, direção (atirando para todos os lados), ATER insuficiente, crédito não chega como deveria....e governos da "Compensa" que não nos ouvem, não temos agenda direta, nem os secretários da SEPROR. Único momento que somos prioridade são os 3 meses que antecedem a eleição, depois....... Agora, com o fim do Polo Industrial, aliás, fim irreversível, só nós podemos tirar esse estado do buraco. o Distrito Industrial tem dias contados e já perdeu mais da metade dos empregos que gerou... Setor Primário é o único caminho, sem desmatar como fizeram outros estados e outros países que querem nos ensinar... metade do Amazonas tá na pobreza, isso é inaceitável pra um ESTADO RICO.. O Desafio Maior, é a POBREZA e a MISÉRIA, em que "SOBREVIVEM", os seringalistas, os castanheiros, os ribeirinhos...

A vocação da Amazônia

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A vocação da Amazônia Como a produção de açaí e essências, o reflorestamento e – acredite – as hidrelétricas podem gerar renda e emprego na região e criar alternativas econômicas que convivem bem com a floresta TÔNIA MACHADO, CÍNTIA MARCUCCI, DE BELÉM, E ISABELLA JAGGI, DE PORTO VELHO 19/10/2014 - 13h26 - Atualizado 02/11/2016 18h58 Compartilhar Assine já! À SOMBRA DA FLORESTA Luiz Antonio Correa Ferreira, catador de açaí. Sua atividade é mais vantajosa do que derrubar a mata para a pecuária (Foto: Filipe Redondo/ÉPOCA) O caminho de destruição da riqueza natural da  Amazônia  é conhecido. Começa com as madeireiras predatórias, que retiram as árvores de valor comercial. Depois vêm os carvoeiros, que queimam a vegetação restante em seus fornos. Por fim, chega  o fazendeiro. Ele planta capim, solta o gado e impede a regeneração da floresta. Essa sequência de eventos dura cerca de dez a 15 anos, gera empregos e renda fugazes...

E se...O desafio do desenvolvimento sustentável na Amazônia

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O desafio do desenvolvimento sustentável na Amazônia A história da exploração da floresta foi cheia de erros. Mas ainda dá tempo mudar e criar um futuro para se orgulhar RODRIGO MEDEIROS E EUGÊNIO PANTOJA* Compartilhar Assine já! A exploração da borracha foi o primeiro ciclo econômico da Amazônia (Foto: lubasi/ Flickr) Em 500 anos de ocupação no Brasil, exploramos intensamente a  Mata Atlântica , que atingiu o incrível patamar de pouco menos de 7% de sua área original nos anos 1990. Isso gerou riqueza e desenvolvimento para o país? Sim! Mas infelizmente, o benefício se concentrou numa parcela da população. E teve como custo a  perda da biodiversidade  e ecossistemas. É esse o modelo de concentração e exclusão que queremos repetir na Amazônia? Ou queremos ser a nação que daqui 50 anos se orgulhará de ter erradicado a pobreza, de ser líder na produção sustentável de alimentos e maior exportador de produtos da sociobiodiver...

E se… Vendêssemos a Amazônia?

E se… Vendêssemos a Amazônia? Texto Daniel Schneider Dar lugar pros gringo entrar”, como tocava o Raul, é uma das maiores lendas urbanas sobre a Amazônia. A idéia de que vão vender a floresta existe há décadas. E ganhou força de 2000 para cá. Coincidência ou não, foi depois que ongs ambientalistas dos EUA e da Europa começaram a comprar terrenos de floresta pelo mundo para impedir o desmatamento. Eles fizeram isso em lugares como Peru, Guiana, Serra Leoa e Ilhas Fiji – levantando suspeitas conspiratórias de que isso seria fachada para governos ricos se apoderarem das riquezas dos pobres. Esse tipo de coisa rola aqui também. Por exemplo: o magnata sueco Johan Eliasch, dono de ong, comprou uma área na Amazônia do tamanho da cidade de São Paulo – e revende partes de “sua” selva a ambientalistas (ou a cientistas do mal, como pensam os de imaginação fértil). Só que a lei brasileira não permite que um monte de Johans faça a mesma coisa: dois terços da Amazônia não podem sair das mãos...